20/02/2004 11:29
Quanto tempo em genteee... tudo isso foi por que eu perdi a porcaria do e-mail...mais agora tá tranquilo, bem, eu acho que vou deletar este blig.
mordidas e até mais...
um ótimo carnaval a vcs morceguinhos.
enviada por VAMPIRA



22/10/2003 14:20

enviada por VAMPIRA



22/10/2003 14:17

enviada por VAMPIRA



23/09/2003 14:03


enviada por VAMPIRA



29/08/2003 15:54



CRIMSON - A MARCA DO VAMPIRO
SE A VIDA NÃO É FÁCIL PARA QUEM É VIVO...
IMAGINE PARA QUEM É UM MORTO VIVO!


Alex Elder era apenas um adolescente problemático como qualquer outro... até o dia em que foi atacado por uma gangue de motoqueiros
vampiros mal-encarados liderada pela cruel Rose Fantoche. Agora, o jovem Alex irá descobrir que foi transformado no último membro de uma raça de seres das trevas que vem usando a humanidade para saciar sua eterna sede por sangue há milhões de anos. O mais bizarro, contudo, é que, segundo uma antiga profecia, Alex pode ser o temido vampiro que dará fim a todos os outros seres de sua raça.
Proibido de rever seus entes queridos e jurando vingança contra aqueles que roubaram sua vida, Alex contará com dois companheiros,
também vampiros, em sua estranha jornada. Um deles é Ekimus, um ser que caminha pela Terra desde o início dos tempos e que ensinará ao rapaz os segredos e poderes herdados nesta nova existência. O outro é Joe, um sujeito divertido e inconseqüente que costuma atacar
criminosos para se alimentar.

CRIMSON - A MARCA DO VAMPIRO é uma das mais elogiadas histórias em quadrinhos dos últimos anos unindo suspense, aventura e humor numa grande saga de terror contemporâneo. A obra-prima criada por Brian Augustyn (Batman: Gotham City 1889) e Humberto Ramos (Homem-Aranha, DV8) chega finalmente ao Brasil numa edição luxuosa da PANDORA BOOKS EDITORA , que dá início a esta aclamada série e é o primeiro lançamento do selo Cliffhanger no Brasil!
Vampiros, anjos, demônios, caçadores de monstros e a busca pela paz eterna se misturam em CRIMSON - A MARCA DO VAMPIRO, uma grande e trágica saga de terror moderno, onde as atrocidades criadas pelo homem rivalizam com os maiores horrores saídos do Inferno.



CRIMSON - A MARCA DO VAMPIRO
Roteiro: Brian Augustyn
Arte: Humberto Ramos
Formato: 15,0 cm X 23,0 cm
84 Páginas Coloridas
Papel Off-set
Capa Colorida em cartão Supremo
Lombada Quadrada
Preço: R$ 16,90
enviada por VAMPIRA



20/08/2003 10:15

Estavam 3 vampiros conversando e apostaram para ver quem é que chegava em casa em menos tempo com a cara mais coberta de sangue. O primeiro saiu e, 5 minutos depois, chegou com a cara suja de sangue e os outros perguntaram:
Como é que conseguiste?
Vêem aquela ovelha?...
O segundo saiu. Pouco tempo depois, ele chegou ainda mais sujo. Os 2 vampiros restantes perguntaram:
Como conseguiste?
Vêem aquela vaca?...
O terceiro saiu. Menos de 1 minuto depois, ele voltou mais sujo que os outros dois e ainda esfolado.
Como conseguiste? perguntaram os outros 2 vampiros em coro.
Vêem aquele muro? Sim, claro!
Eu não vi...
enviada por VAMPIRA



14/08/2003 18:11


À T...

Amoroso palor meu rosto inunda,
Mórbida languidez me banha os olhos,
Ardem sem sono as pálpebras doridas,
Convulsivo tremor meu corpo vibra:
Quanto sofro por ti! Nas lonfas noites
Adoeço de amor e de desejos
E nos meus olhos desmaiando passa
A imagem voluptuosa da ventura...
Eu sinto-a de paixão encher a brisa,
Embalsamar a noite e o céu sem nuvens,
E ela mesma suave descorando
Os alvacentos véus soltar do colo,
Cheirosas flores desparzir sorrindo
Da mágica cintura.
Sinto na fronte pétalas de flores,
Sinto-as nos lábios e de amor suspiro.
Ma flores e perfumes embriagam,
E no fogo da febre, e em meu delírio
Embebem na minh'alma enamorada
Delicioso veneno
Estrela de mistério! Em tua fronte
Os céus vevela, e mostra-me na terra,
Como um anjo que dorme, a tua imagem
E teus encantos onde amor estende
Nessa morena tez a cor de rosa
Meu amor, minha vida, eu sofro tanto!
O fogo de teus olhos me fascina,
O langor de teus olhos me enlaguesce,
Cada suspiro que te abala o seio
Vem no meu peito enlouquecer minh'alma!
Ah! vem, pálida virgem, se tens pena
De quem morre por ti, e morre amando,
Dá vida em teu alento à minha vida,
Une nos lábios meus minh'alma à tua!
Eu quero ao pé de ti sentir o mundo
Na tua alma infantil; na tua fronte
Beijar a luz de Deus; nos teus suspiros
Sentir as vibrações do paraíso;
E a teus pés, de joelhos, crer ainda
Que não mente o amor que um anjo inspira,
Que eu posso na tu'alma ser ditoso,
Beijar-te nos cabelos soluçando
E no teu seio ser feliz morrendo!

Álvares de Azevedo
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01/08/2003 12:12

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25/07/2003 12:41

Drácula de Bram Stoker
Direção:
Francis Ford Coppola

Adaptação livre do célebre romance de Stoker, grande sucesso de público na década de 90. Quatrocentos anos depois de ter entrado para o mundo das trevas, Drácula (Gary Oldman - foto) reencontra o seu amor, e luta para tomá-la de volta.

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Entrevista com o Vampiro
Direção:
Neil Jordan

Adaptado do best-seller homônimo de Anne Rice. Vampiro resolve contar toda a história de sua vida a um repórter.



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16/07/2003 14:00
Da Magia à Sedução

"Da Magia à Sedução é uma experiência muito divertida. Enquanto os homens apreciam as beldades em cena (sempre com um figurino "casualmente sexy"), as mulheres são absorvidas pelo nostálgico Clube da Luluzinha. Com a forte ligação das duas irmãs em foco, o toque feminino é dominante, relegando os homens aos papéis de coadjuvantes. " - Folha de São Paulo



Gillian (Kidman) e Sally (Bullock) são duas irmãs que teriam uma vida perfeita caso não tivessem nascido numa família tanto "incomum". Por meio da tradição, elas aprenderam a arte da magia, um poder que pode saciar qualquer desejo, passado de geração por geração. O problema é que nem todo esse conhecimento pode quebrar uma maldição que se abateu sobre os membros de sua família: Todo homem que se apaixonar por uma delas logo morrerá.


Apesar de terem sido educadas como bruxas - com bolo de chocolate no café da manhã e aulas de feitiçaria à tarde -, elas não fazem uso dos ensinamentos, tentam levar uma vida normal, pelo menos até o dia em que a maldição mais uma vez se comprova. Casada e com duas filhas, Sally perde o marido em um acidente. Desesperada, ela procura a irmã que, por sua vez, não está nada bem. Gillian vive com um namorado com ares de vampiro que a enche de porrada.

Deste ponto em diante, os feitiços começam a ganhar a tela, gerando seqüências coloridas e divertidas. Caldeirões, vassouras, velas, ervas e poções se espalham pelo cenários. Vale tudo para quebrar a maldição, afastar o espírito dos mortos e, de quebra atrair um belo par de calças para a vida da viúva Sally. Missão muito bem cumprida por Aidan Quinn.


Curiosidade: Sandra Bullock, quando pequena neste filme, é interpretada pela atriz brasileira Camilla Belle.

Site oficial do filme: www.practicalmagic.com

Título Original: Practical Magic (1998).

Roteiro: Robin Swicord e Akiva Goldsman.

Direção: Griffin Dunne.

Elenco: Sandra Bullock, Diane Wiest, Stockard Channing, Aidan Quinn.

Assista: Disponível em VHS/DVD no Brasil.


enviada por VAMPIRA



16/07/2003 13:50





























enviada por VAMPIRA



02/07/2003 11:29
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Sexo


O sexo vampírico é particularmente curioso e achei interessante relatá-lo. Para nos reproduziremos, nossos instintos mandam que bebamos o sangue do "parceiro" e que da mesma forma ele beba nosso sangue. Somos assexuados (não possuímos sexo) portanto o sexo da pessoa em questão não importa. Escolher entre macho ou fêmea para nós é como para vocês é escolher entre comer peixe ou frango. O nosso êxtase em parte vem pelo fato de que estamos bebendo o sangue de quem gostamos muito. O êxtase do "parceiro" depende do feromônio (partículas que produzem cheiros e gostos característicos afetando a função cerebral) presente em nosso sangue. Saliento o fato de que nosso parceiro é ao mesmo tempo nosso filho, ou neófito como é mais popular entre nós. Da mesma forma, depois da metamorfose, continuamos a praticar relações sexuais que se baseiam praticamente em um beber o sangue do outro, e vice-versa. Os órgãos sexuais humanos são inúteis para a reprodução.

Também praticamos sexo com outros vampiros que não sejam nossos neófitos. Isso porque os feromônios do sangue são como impressões digitais, distintas à cada vampiro, e faz com que um vampiro seja diferente do outro em termos sexuais. Os pontos heterogêneos humanos as vezes se mantém, e caso a penetração seja sugerida, é aconselhável que nesse caso os vampiros sejam de sexo oposto, embora alguns vampiros menos ortodoxos fogem à essa regra.

O sexo entre dois vampiros pode se tornar perigoso as vezes e é praticado bem menos freqüentemente. Deve-se pensar duas vezes antes de proceder com a troca de sangue. Isso porque os feromônios foram biologicamente evoluídos para provocar vício de quem bebe em quem sede o sangue. É importante que o neófito se sinta atraído pelo mestre, pois será perto dele que aprenderá tudo que deve aprender como um vampiro. E se alguém bebe muito o sangue de outro, também se vicia nele, como se fosse seu neófito. É quase como o amor dos humanos, porém mais forte. Se o sangue for trocado muitas vezes, ambos se tornarão ligados por algo que denominamos "Laço de Sangue". É como se a vida do outro se tornasse mais importante que a sua própria. As vezes, um vampiro obriga outro a beber seu sangue três ou quatro vezes para produzir escravos ou subordinados fiéis.

O sexo entre um vampiro e um humano também é possível. Os órgãos sexuais dos vampiros, mesmo que desinteressantes, são totalmente operantes. A ejaculação existe, porém é sangue puro e sangue vampiro, e poderia assustar um humano desavisado. Um humano pode até mesmo beber o sangue do vampiro, mas sem que o sangue do humano seja extraído posteriormente, não ocorre transformações. Porém, o sangue é energético e provoca algumas transformações dependendo dos hormônios que estão correndo no sangue do vampiro. O humano, mesmo que não tenha sido transformado, também se torna viciado no sangue do vampiro e depois de três ou quatro doses irá querer mais. Isto é muito vantajoso para conseguirmos nossos servos para tomar conta de nós e/ou de nossos negócios durante o dia.

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enviada por VAMPIRA



02/07/2003 11:13


Vampiros na Música



Mais de cem músicas de vampiros já apareceram no cenário musical contemporâneo das últimas décadas, abrangendo desde o superlativo até o execrável. O que é novo e diferente é a súbita alta concentração de músicas de rock and roll dedicadas ao assunto. Nenhum outro gênero musical conseguiu esse tipo de produção.

O vampiro na música rock

Músicas de vampiro podem ser divididas em cinco grupos: as que têm letra obviamente vampírica, as que são evasivamente vampíricas, as supostamente vampíricas, aquelas em que o vampiro é mencionado e as músicas de trilhas sonoras de filmes de vampiro. Letras óbvias contêm referências ao sugamento de sangue, aos "mortos-vivos", à existência notívaga, a uma "vítima" sendo drenada ou ainda a fome predatória por alguma pessoa. Letras supostamente vampíricas envolvem vampiros identificados ou pelo título ou por outras formas; a natureza da música ( por exemplo, thrash metal ou Death metal), todavia, torna impossível decifrar o que está sendo cantado. Canções nas quais os vampiros são mencionados têm como foco principal uma outra coisa, geralmente sexo, mas faz-se referência ao vampirismo. As trilhas sonoras são freqüentemente instrumentais em seu todo, mas, às vezes, podem incluir uma canção que se encaixe numa ou outra categoria.

Música Vampírica com letra Óbvia

Um dos primeiros exemplos de rock vampírico vem do disco New York Rock and Roll Ensemble (Atco Records), com o conjunto do mesmo nome. É intitulado "Gravedigger" (coveiro) e a canção vai do ponto de vista do coveiro ao da vampira e vice-versa. Além dessa fraqueza, a narrativa é bem feita, relatando a fascinação do coveiro pela mulher enterrada: "Her lips are painted red/And it looks like she`s been fed/And there`s a smile upon her face.."

O Siouxsie And the Banshees é um produto do movimento punk rock da Inglaterra no final dos anos 70. Sua música angular está repleta de imagens estridentes, e a canção "We Hunger", do álbum Hyaena ( Geffen Records, 1984), equipara os vampiros aos parasitas sanguessugas, à ferrugem, à corrosão e a sementes apodrecidas. A canção é bastante direta, empregando frases como "belching foul breth"("Hálito arrotado fedorento" ), "Kiss your destructive Death" ( "seu beijo de morte destrutivo") e "The thirst from a vampire bite" ( "a sede de uma mordida de vampiro") .

O álbum Bloodletting, de 1990, do conjunto Concrete Blonde, contém não uma, mas três músicas de vampiro. A música título, também conhecida de passagem como "Vampire Song", parece Ter sido influenciada por Anne Rice. Referências a Nova Orleans, jardins à noite, embriaguez de sangue e matança aparecem por toda a música. O coro ainda afirma, "o YOU ARE A VAMPIRE AND BABY/I’m walking dead". Também no disco Bloodletting, " a Besta" compara o amor ao vampiro e a outras criaturas. A obscura visão romântica da letrista Johnette Napolitano esta resumida nesta letra: "Love is the leech, sucking you up/Love is a vampire, drunk on your blood/Love is the beast that will tear out your hera" ( " O amor é um sanguessuga, sugando você por inteiro/o amor é um vampiro, bêbado pelo seu sangue/O amor é a besta que vai arrancar seu coração")

Embora superficial, uma das canções mais engenhosas é "Bela Lugosi"s Dead", do Bauhaus, do álbum Teeny (Small Wonders Records, 1979). A música é um pastiche de imagens verbais e musicais. Mesmo que não tivesse sido usada na abertura de The Hunger, ainda seria uma canção de vampiro. Aqui encontramos capas pretas de volta no cabite, morcegos que abandonaram o campanário e vítimas que foram sangradas. Os trechos de abertura do coro , "Bela Lugosi"s Dead" é imediatamente seguido do repetitivo "undead, undead, undead". Infelizmente o conceito não foi desenvolvido além destas parcas imagens. A voz profunda e lamentosa do cantor principal Peter Murphy cria uma aura lúgubre de " outro mundo" que permeia a canção.

Pelo mero peso dos números, o gênero Heavy Metal de rock é o que mais tem contribuído para as músicas de vampiro no mercado. Na etiqueta Metal Blade, o grupo Helstar, de Houston, produziu um álbum em 1989 intitulado Nosferatu. Não se encontra um título mais óbvio do que esse. Nosferatu é virtualmente uma ópera rock da versão Dracula(1979) de Frank Langella. Para uma banda de Heavy Metal de vanguarda Helstar consegue algumas passagens acústicas pungentes.

"Night of the Vampire", de Grim Reaper, do álbum de 1987 (RCA) Rock You to Hell, é uma música que trabalha no nível da descoberta visceral de que um espectro no final das contas: "If you think you`re safe at midnight/That´s the last thing you could do/Hell`be looking that midnight bite/He could be coming after you". O coro , "Night of the Vampire/ He`s only looking for you life", perde toda a ameaça disponível aos que estão realmente inspirados.

Temos ainda a "Blood Banquet" , criada pela burlesca Mighty Sphincter para seu álbum de 1986, New Manson Family, para o selo Placebo. O cantor/guitarrista Doug Clark, de voz profunda e melodiosa, transmite a música com delicado equilíbrio de tédio e ameaça.

Em tempos recentes , uma banda tem se destacado por reunir em suas musicas o vampirismo cercado por muito sangue , misticismos e um toque clássico entre o Heavy e o Black Metal , conhecida como Cradle of Filther , suas canções misturam o peso a uma atmosfera sombria e tensa. Seu álbum Vempire é um clássico entre os de seu estilo.

O Vampiro na música clássica

A música clássica foi, desde seus primórdios, dedicada a temas religiosos. Até os tempos modernos, os músicos eram empregados da Igreja ou dos reis, sujeitos a patrocinadores reais, e seus deveres impediam a experimentação. Durante o início do século 19,no auge do fascínio do movimento romântico pelo vampirismo, um compositor alemão, Heinrich August Marschner, escreveu uma ópera de vampiro, Der Vampyr( 1829 ) , uma de apenas duas óperas do gênero conhecidas. A outra é Lamia , de August Enna, que estreou em 1899 em Bruxelas, Bélgica.

No século 19 viu o desenvolvimento do "poema tonal", que é programática no conteúdo – um assunto descrito pela música - , embora nunca tenha sido uma forma tão popular como a sinfonia ou o concerto. Entre as obras programáticas surgiram algumas "escuras", mas muito poucas. A "Sinfonie Fantastique" de Berlioz( 1830) termina com o descanso de uma bruxa. A maior parte da obra de Berlioz constituiu uma ruptura radical para a época. "Mephisto Waltz", de Liszt (1861), baseia-se numa lenda popular na qual o Diabo agarra um violino, num baile e toca melodias sedutoras. Na "Dance Macabre" , de Saint-Saens (1874), a morte toca violino enquanto esqueletos dançam à meia-noite. A folia termina pela manhã. "Night on Bare Mountain" , de Modest Mussorgsky (1877), evoca a noite de Halloween , enquanto espíritos malignos ficam à solta para perambular, ele explicou sua obra como descrevendo "um estrondo subterrâneo de vozes sobrenaturais".

enviada por VAMPIRA



02/07/2003 11:06
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Os Góticos (um esboço)


Não há um estatuto que defina com exatidão o que faz de alguém um gótico. Cada um deles terá sua própria concepção (ao menos deveria ter)...
Também, é preciso ter em mente que quando falamos de um estilo pessoal, falamos de estereótipos nada rígidos. Particularmente, considero gótico aquele que é genuinamente atraído pelo mórbido e vive de mãos dadas ao que psicologia considera a Sombra da personalidade.
O Vampiro, mais do que uma simples influência, é um alicerce da cultura gótica. Seu aspecto mais relevante é sua condição de morto-vivo, modelo fúnebre de liberdade idealizado nos filmes de terror. A melancolia e a subversão quando postas lado a lado provém terreno fértil para o desenvolvimento deste tipo de personalidade. Os estados depressivos também são correntemente associados aos góticos, como se cultivassem a tristeza. Muito pelo contrário, a tentativa de uma relação de cumplicidade com a dor, pela naturalidade com que as mágoas são vistas, caracterizam uma resistência ao invés de um convite para que o sofrimento permaneça. Exteriorizando suas nódoas ao ponto de dimá-las, assim se exorcizam....

Escrito por Cid Vale Ferreira


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enviada por VAMPIRA



23/06/2003 18:29
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Vozes de um Túmulo (Augusto dos Anjos)

Morri! E a Terra - a mãe comum - o brilho
Destes meus olhos apagou!... Assim
Tântalo, aos reais convivas, num festim,
Serviu as carnes do seu próprio filho!

Por que para este cemitério vim?!
Por quê?! Antes da vida o angusto trilho
Palmilhasse, do que este que palmilho
E que me assombra, porque não tem fim!

No ardor do sonho que o fronema exalta
Construí de orgulho ênea pirâmide alta,
Hoje, porém, que se desmoronou

A pirâmide real do meu orgulho,
Hoje que apenas sou matéria e entulho
Tenho consciência de que nada sou!

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enviada por VAMPIRA






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